Resumo

A isolação de contexto em branch é o padrão de governança para o Vibe Coding. Evita poluição de estado, colisões de arquivos e permite a revisão atômica de mudanças feitas por agentes.

Práticas Oficiais

  • Branch-per-Ask: Uma branch para cada intenção de tarefa.
  • Physical Isolation: Uso de git worktree para sessões paralelas.
  • Server-side Backstop: Branch protection rules exigindo PR obrigatório para merge na main.
  • Automated Hygiene: Hooks de pre-commit para validar nomenclatura e bloqueio de commits diretos na main.

Três Regras de Proteção (Workflow Funnel)

Um segundo documento-fonte (Workflow Funnel, 86 princípios operacionais) reforça o mesmo padrão de isolamento com três regras específicas de proteção da branch main, além de vinculá-lo ao ciclo de entrega mais amplo:

  • Main protegida: ninguém — nem o founder — faz push direto na main.
  • PR obrigatório para toda mudança, sem exceção.
  • Checks obrigatórios (lint, teste, build) precisam passar antes do merge.
  • Branches curtas: horas, não dias — se uma branch dura mais de um dia, a issue provavelmente está grande demais.
  • Nunca commitar direto em main ou produção, em hipótese alguma — repetido como regra absoluta, não como recomendação.
  • Closes #N na descrição do PR fecha a issue automaticamente no merge, mantendo o board sincronizado sem passo manual.

Implications

As três regras de proteção (main protegida, PR obrigatório, checks obrigatórios) são a camada de enforcement que torna o Branch-per-Ask e o Physical Isolation efetivos na prática — sem elas, nada impede um push direto que ignore o isolamento. Este conceito é o pré-requisito estrutural de ciclo-issue-branch-pr-merge, que descreve o loop completo (issue → branch → PR → merge) que roda dentro desse isolamento.

Sources